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O Primeiro Reinado no Brasil
 


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O Primeiro Reinado no Brasil, o Partido Brasileiro, a Constituição da Mandioca, a Constituição do Brasil de 1824, a Confederação do Equador, o reconhecimento da independência do Brasil, a Questão Cisplatina, a Noite das Garrafadas e a abdicação de D. Pedro.

O Primeiro Reinado no Brasil

Podemos afirmar que o Primeiro Reinado foi um período de transição, marcado por aguda crise econômica, financeira, social e política. O imperador do Brasil, Dom Pedro I, era, na verdade, um homem de fortes tendências absolutistas e durante seu breve governo procurou de todas as formas centralizar o poder em suas mãos, assessorado por um reduzido grupo de colaboradores. A Outorga da Constituição de 1824 deixou isso bem evidente.

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Dom Pedro I, Benedito Calixto de Jesus (1853-1927)
Museu Paulista da Universidade de São Paulo

Tal postura absolutista do monarca descontentou diversos setores da sociedade brasileira, sobretudo a elite proprietária de terras e as classes médias urbanas envolvidas pelos ideais do liberalismo. As oposições internas a Dom Pedro tornam-se intensas entre 1824 e 1831. Ocorrem rebeliões em alguns pontos do país, que o imperador reprime com violência. Ao mesmo tempo, aproxima-se do grupo português que sonhava com a recolonização do Brasil, o que desagrada os latifundiários e os comerciantes brasileiros.

Uma desastrosa política externa afastou de Dom Pedro I todos os seus aliados e, diante dos questionamentos constantes à sua forma de governo, não lhe restou outra solução: abdicou do trono brasileiro em favor de seu filho, Dom Pedro II, em 1831, retornando em seguida a Portugal, onde assumiu o trono lusitano no lugar de seu finado pai, D. João VI.

O ABSOLUTISMO DE DOM PEDRO I

A independência do Brasil resultou da união de interesses entre a elite rural brasileira e os comerciantes estrangeiros que ansiavam pela implantação da liberdade de comércio entre o Brasil e a Europa. Assim, os promotores da emancipação política do Brasil com relação a Portugal desejavam exclusivamente um sistema de governo independente, com alguns traços liberais, mas sem alterar a estrutura socioeconômica interna que mantivera o colonialismo, ou seja, a escravidão, o latifúndio, a monocultura e a produção para exportação. Não cogitavam a participação dos segmentos mais pobres da população no cenário político brasileiro.

A independência, contudo, não foi imediatamente aceita por todos os que moravam no Brasil. Governadores de algumas províncias resistiram à decisão de Dom Pedro, apoiados pelas forças militares lusitanas. Desencadearam-se lutas em praticamente todo o território nacional, principalmente na Bahia e no Pará, onde o número de comerciantes e burocratas com interesses vinculados a Portugal era maior. A esses movimentos o imperador respondeu com a violência, reprimindo-os facilmente.

A ação repressora do imperador foi a primeira evidência de como seria seu reinado: marcada por uma nítida tendência absolutista. Tal tendência chocava-se com os interesses da própria elite que desejava a instauração de um governo que mantivesse sua autonomia administrativa, bem como a preservação de seus interesses econômicos.

 


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