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Alexander Fleming nasceu no dia 6 de agosto de 1881, em Lochfield,
na Escócia. Ele era filho de um fazendeiro, Hugh Fleming, e tinha sete irmãos.
Fleming era um aluno brilhante e percebeu que seu país de origem oferecia oportunidades
limitadas de carreira. Sendo assim, aos 13 anos, ele se mudou para Londres,
onde freqüentou uma escola politécnica e trabalhou como office boy durante
vários anos, antes de decidir se tornar um médico. Fleming então se matriculou
na Escola de Medicina de St. Mary, que posteriormente tornou-se parte da Universidade
de Londres. Seu desempenho na faculdade foi excelente, tendo recebido inúmeras
honras em seus estudos de fisiologia e medicina.
Após graduar-se, Fleming tornou-se professor
de bacteriologia na Universidade de Londres e assumiu um posto de pesquisa na
Escola Médica do Hospital de St. Mary. Ele passava a maior parte de seu tempo
no laboratório e conseguiu prosseguir com seus estudos durante a Primeira Guerra
Mundial como membro do Corpo Médico do Exército Real. Perturbado com o alto
índice de soldados mortos por ferimentos infeccionados, Fleming começou a questionar
a efetividade do tratamento de tecidos doentes ou danificados com os anti-sépticos
que estavam sendo usados. Numa série de testes brilhantes, demonstrou que os
anti-sépticos mais prejudicavam do que ajudavam, já que matavam células do sistema
imunológico, facilitando ainda mais o aumento da infecção.
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