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Matérias > História > História Geral > Nacionalismo e o Anti-Semitismo Europeu
Judeus na Europa Oriental O anti-semitismo era especialmente severo na Europa Oriental. A Romênia impedia a maioria dos judeus de votar e possuir cargos. A Rússia restringiu sua admissão para escolas e universidades. Os oficiais russos permitiam, e até mesmo incentivavam o pogrom – campanhas organizadas de violência contra comunidades judias. Durante os pogroms, centenas de vilas de judeus eram incendiadas e o povo massacrado. A partir de 1880, milhares de judeus fugiram da Rússia, e muitos imigraram para os Estados Unidos. Em 1896, Teodoro Herzl, um escritor húngaro judeu, iniciou o movimento sionista. O sionismo visava estabelecer um lar nacional judaico no território da antiga Israel onde judeus tivessem liberdade e auto-governo. Na época, a proposta de Herzl parecia nada mais que um sonho. Muitos anos depois, ela tornou-se realidade.
O Anti-semitismo alemão A pequena comunidade judaica na Alemanha contribuía muito para a vida econômica e cultural do país. Os judeus alemães viviam melhor que os judeus na Rússia. Não obstante, eles também se tornaram vítimas de um mito espalhado por racistas alemães. Esse mito afirmava que os judeus haviam iniciado um complô mundial para dominar a Alemanha e tomar controle dos partidos políticos, governo, bancos e da imprensa do país. Os racistas alemães tentaram convencer seu governo a impor leis anti-semitas, mas eles fracassaram temporariamente. Mas um grande mal foi causado por essas idéias racistas. De fato, elas ajudaram a plantar as sementes do genocídio de judeus europeus – o Holocausto – que estudaremos em aulas futuras. |